INDELEVELMENTE
Minhas mãos geladas
dentro das tuas
Nossos olhos grudados na
fogueira
Ali, ali... uma vida
inteira
De paixão
De solidão
...
Costumamos dizer não
Dizer não quando queremos
dizer sim
Medo do comprometimento?
Do sentimento?
...
Tantas vezes penso no
sonho desta noite
Nós dois diante da
fogueira...
Ali, arderia a nossa
história de amor inteira
E depois?
Fim?
Não há fim para a
eternidade
Tudo fica indelevelmente
gravado
Fugiste dos sentimentos,
amado
Mas as coisas continuam
no eterno
Podem se modificar
Porém devem continuar
sonia delsin

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